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Lula exibe camisa “As Malvinas são argentinas” e repercute no país vizinho

Lula exibe camisa “As Malvinas são argentinas” e repercute no país vizinho
Reprodução/X

Jornais argentinos repercutiram, nesta sexta-feira (3/10), um gesto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o ato de encerramento da campanha no Centro do Rio de Janeiro.

Lula, que busca a reeleição, foi flagrado levantando uma camisa preta com a frase “As Malvinas são argentinas”. O momento ocorreu na Cinelândia e foi registrado em vídeos que circulam nas redes sociais.

Ele segurou a peça por alguns segundos e depois a devolveu a quem entregou. O gesto de apoio do petista, porém, não é inédito.

Em 2024, durante cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em São Vicente e Granadinas, Lula já havia declarado apoio à Argentina na disputa pelo arquipélago e defendido também o fim do bloqueio econômico a Cuba.

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do Metrópoles

As Malvinas, chamadas de Falklands pelo Reino Unido, são administradas pelos britânicos, mas reivindicadas pela Argentina.

Repercussão na imprensa argentina

O jornal argentino Clarín destacou: “Lula da Silva mostrou uma camiseta com a inscrição ‘As Malvinas são argentinas’ em ato no encerramento da campanha”.

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Lula foi flagrado levantando uma camisa preta com a frase “As Malvinas são argentinas”

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As Malvinas, chamadas de Falklands pelo Reino Unido, são administradas pelos britânicos, mas reivindicadas pela Argentina

O veículo ainda ressaltou que a tipografia da camisa é semelhante à da bandeira exibida pela seleção argentina após se classificar para a semifinal da Copa do Mundo deste ano, contra a Inglaterra.

Na ocasião, jogadores argentinos ergueram uma bandeira com a inscrição “Las Malvinas son argentinas”.

O caso também foi repercutido pela TV argentina C5N. Confira:

Guerra de 1982

A disputa ganhou dimensão militar em 1982, quando a ditadura argentina invadiu o arquipélago, então sob controle britânico, em meio a uma grave crise política e econômica no país.

O conflito durou 74 dias e terminou com vitória do Reino Unido.

Ao todo, 649 militares argentinos, 255 britânicos e três civis morreram. Desde então, a Argentina mantém a reivindicação de soberania sobre as ilhas.



Fonte: Metropoles

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