“Essas iniciativas podem oferecer ferramentas para que crianças e adolescentes aprendam a lidar com conflitos e situações desafiadoras nas relações entre os próprios alunos. Precisamos fortalecer essas políticas e avançar em uma atuação intersetorial, articulando educação, saúde, famílias e os demais integrantes da rede de proteção para enfrentar o cenário apontado pela pesquisa”, complementa.
Fonte: G1